O grupo inicia a contagem regressiva para entrar em cartaz com a terceira edição do Espetáculo de África a Pernambuco
Por Samuel Calado
Com estreia prevista para Novembro no Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, Bairro do Recife), a terceira edição do Espetáculo “De África a Pernambuco” do Balé Afro
Oxum Omim Neuá promete surpreender o público com os movimentos, a simplicidade
e energia do belíssimo trabalho.
O projeto cênico retrata a influência da
cultura africana na construção da identidade pernambucana através de danças e
ritmos afros como o Afoxé, o Maracatu, a Ciranda, o Coco e o Samba de Roda.
Está previsto para estrear em Novembro, no Teatro Arraial.
Nessa nova versão, o grupo introduziu a coreografia Onã, palavra Iorubá que significa caminho. A montagem foi inspirada no sagrado e nos conhecimentos das tribos Africanas que em sua fusão e releitura, traz o abrir dos portões e o seguir das estradas pedindo a Olodumaré que nunca falte a vida, que nunca falte água e muita luz nos caminhos.
O Balé Afro Oxum Omim Neuá, fundado em Abril de 2002, pela
coordenadora, bailarina e coreografa, Joana D’arc Santana, já apresentou
diversos trabalhos dentro e fora do país. Atualmente conta com 15 bailarinos de
diversas comunidades do Recife e Região Metropolitana.
O grupo inicia a contagem regressiva para entrar em cartaz com a terceira edição do Espetáculo de África a Pernambuco
Por Samuel Calado
Com estreia prevista para Novembro no Teatro Arraial Ariano Suassuna (Rua da Aurora, Bairro do Recife), a terceira edição do Espetáculo “De África a Pernambuco” do Balé Afro
Oxum Omim Neuá promete surpreender o público com os movimentos, a simplicidade
e energia do belíssimo trabalho.
O projeto cênico retrata a influência da
cultura africana na construção da identidade pernambucana através de danças e
ritmos afros como o Afoxé, o Maracatu, a Ciranda, o Coco e o Samba de Roda.
Está previsto para estrear em Novembro, no Teatro Arraial.
Nessa nova versão, o grupo introduziu a coreografia Onã, palavra Iorubá que significa caminho. A montagem foi inspirada no sagrado e nos conhecimentos das tribos Africanas que em sua fusão e releitura, traz o abrir dos portões e o seguir das estradas pedindo a Olodumaré que nunca falte a vida, que nunca falte água e muita luz nos caminhos.
O Balé Afro Oxum Omim Neuá, fundado em Abril de 2002, pela
coordenadora, bailarina e coreografa, Joana D’arc Santana, já apresentou
diversos trabalhos dentro e fora do país. Atualmente conta com 15 bailarinos de
diversas comunidades do Recife e Região Metropolitana.
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| Luiz Felipe interpretando Oxóssi, no Espetáculo. Foto: Divulgação BAFRO. |
Luiz Felipe, 20, mora na comunidade de Casa
Amarela e está no balé há pouco mais de um ano. Ele falou sobre a importância
em construir o coletivo e como o grupo tem contribuído para o aumento do
repertório cultural dele e de outros amigos, “jamais imaginaria que fosse
dançar como danço hoje. Sempre tive muita vergonha de apresentar em público,
agradeço bastante aos meus queridos amigos pela confiança”, contou o jovem que
participa de quase todos os atos.
Este ano, o grupo firmou parceria com a Escola
Yalu (Rua da Moeda, Recife Antigo), instituição que vem há vários anos
ministrando cursos de percussão. O balé trouxe as oficinas de danças africanas
e afro-brasileiras para o espaço e tem agradado bastante os alunos do espaço.
Joana D’arc, também conhecida como Dadá
Santana, conta como é gratificante coordenar um grupo tão unido como o Balé
Afro Oxum Omim Neuá, “Somos uma família, muita gente diz que o nosso
balé é uma terapia, porque chegam estressados do cotidiano e saem com uma
alegria imensa. Acredito que a dança afro possibilita isso, porque ela mexe com
todos os nossos sentidos! É impossível não ouvir e sentir vontade de dançar”, contou a bailarina que agradeceu bastante o
Grupo Yalu de Maracatu Percussivo por acreditar no potencial da equipe e firmar
uma grande parceria.
Ela explica que o nome do grupo significa
“Deusa das águas agitadas” e foi dado em homenagem ao Orixá Oxum, que no
candomblé representa à senhora dos rios, das cachoeiras, do ouro, da beleza e
da fertilidade.
Os interessados em participar das oficinas, o
Yalu está localizado na Rua da Moeda, 121, Recife Antigo (próximo à estátua de
Chico Science), e dispõe também oficinas de percussão. Mais informações através
do número basta (81) 99661-6905.



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